Comandante Aderaldo

Comandante Aderaldo

terça-feira, 26 de julho de 2011

Família - hábitos saudáveis de união

RESPEITE O LIMITE DE CADA UM - Cada indivíduo da família tem seu
ritmo, seu jeito de vivenciar as coisas da vida.
Tanto os filhos como os pais desenvolvem essa percepção do jeito
de cada um. Procurar respeitar essas peculiaridades - desde que
não sejam preocupantes - pode ajudar a resolver conflitos
familiares de uma forma muito mais fácil.

PRIORIZE O BOM HUMOR - Procure encarar os conflitos familiares
com mais disposição. Muitos deles surgem por motivos pequenos
e são alimentados pelo cansaço e estresse do dia a dia.
Encarar conflitos já é melhor do que evitá-los e há de ser
Com bom humor, senão fica sempre parecendo cobrança ou bronca.

COZINHE EM CONJUNTO - É importante criar espaços que propiciem
um vínculo afetivo. Vivemos no imperativo da falta do tempo,
mas é necessário se preocupar em criar momentos para conviver
com nossos familiares, atividades lúdicas e domésticas ajudam
todos os membros da família a se apropriarem dos pertences
do lar, lá em casa cantamos, jogamos xadrex e dominó e as
tarefas domesticas também são compartilhadas.

INCENTIVE O DIÁLOGO - De nada adianta viver unidos sob o mesmo
teto se não há conversa, se as pessoas não compartilham seus
sentimentos e experiências de vida. O diálogo permite saber o
que o outro está pensando e sentindo e é a melhor forma de
resolver desentendimentos.

CRIE MOMENTOS DE LAZER COM TODOS - Os familiares servem de
apoio nas horas difíceis, mas também podem ser ótimas
companhias para momentos de distração e divertimento.
Quando a família cultiva esses hábitos desde cedo,
gera a possibilidade de conservar atividades de lazer em
conjunto em etapas mais adultas.

PROCURE ESTAR DISPONÍVEL - Mostrar disponibilidade para
conversar e dar atenção, sempre que possível, é fundamental.
Os pais devem fazer isso de forma declarada. "Conte comigo",
"sou seu parceiro" ou "se precisar, estou aqui" são frases
que ajudam os filhos a encontrarem um momento de poder falar.

EVITE QUE A ROTINA AGITADA E ESTRESSANTE INTERFIRA NO
CONTATO FAMILIAR - É nada agradável encontrar uma pessoa
em casa com a cara fechada, sem vontade de conversar.
Experimente imaginar que, no momento em que você for
passar pela porta de entrada, as preocupações do trabalho
ficarão do lado de fora. A família poderá ser uma excelente
forma de distração! Em alguns momentos, procure também
deixar o trabalho e demais compromissos em segundo plano.
Esta postura indica a valorização do contato, como se a
pessoa estivesse dizendo à família: vocês são importantes para mim.

INVISTA NO AFETO - Há várias formas de manifestá-lo,
vale a sua criatividade de adaptá-las ao tempo e à rotina
que você possui. Não se esqueça também do carinho físico.
Um simples abraço proporciona conforto e uma ligação muito
forte. O afeto pode ser uma forma de aproximação das pessoas.
A partir dele, outros sentimentos fundamentais para as
relações serem estabelecidas são formados, como: respeito,
compreensão, tolerância, entre outros.

NÃO ESPERE OS FINAIS DE SEMANA - Procure se lembrar de
estreitar os vínculos sempre. Um telefonema, um email ou
mesmo uma mensagem por celular podem ser demonstrações de
afeto que fazem a diferença.

RECONHEÇA OS PRÓPRIOS ERROS - Ninguém na família é perfeito,
inclusive os pais. Assumir falhas pode implicar em mudança,
uma vez que a pessoa refletiu sobre a sua ação e, em uma
próxima situação parecida, tentará agir de forma diferente.
Esse comportamento de flexibilidade gera confiança na pessoa
com a qual se relaciona, pois ela fica com a idéia de que o
erro poderá não se repetir.

CRIE MOMENTOS A SÓS COM CADA UM - Estimular ocasiões
exclusivas entre marido e mulher ou mãe e um dos filhos,
entre outras possibilidades, facilita a comunicação.
Isso favorece o conhecimento entre as pessoas e facilita
a criação de sentimentos, como intimidade e confiança.

SEJA UM EXEMPLO - Suas pequenas atitudes no âmbito familiar
podem gerar admiração pelos parentes. Quando há essa admiração,
a possibilidade de existir vínculos é maior. Existe nas
relações a intenção comum entre as partes de agregar valores,
e só é possível obter esses valores, em geral, de alguém
sobre o qual se nutre admiração.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Tenis ou frescobol - Rubens Alves

O tênis é um jogo feroz, o seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar, o BOM jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do adversário, e é justamente para ai que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo nao pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro. No tênis o objetivo é derrotar o adversário, o BOM jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do adversário, e é justamente para ai que ele vai dirigir a sua cortada. O prazer do tênis encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo nao pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro. O frescobol se parece muito com o tenis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meia torta, a gente sabe que nao foi de proposito e faz o maior esforço do mundo para devolve-la gostoso, no lugar ceerto, para que o outro possa pega-la. Nao existe adversário porque nao ha ninguem a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguem ganha. E ninguem fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguem erre. E quem erra pede desculpas e o que provocou o erro se sente culpado, mas nao tem importancia, começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguem marca pontos.... O frescobol se parece muito com o tenis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca.. Nao existe adversário porque nao ha ninguem a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguem ganha. E ninguem fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguem erre. A bola são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob forma de palavras. Conversar é ficar batendo a bola pra lá e pra cá, mas há pessoas que jogam com os sonhos como se fossem tênis, ficam a espera do momento certo para a cortada!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ainda há tempo - De boa

Caro leitor, todos nós precisamos de audácia para que os nossos planos e pensamentos cheguem ao conhecimento de muitos que apreciam a leitura. Para mim a audácia foi um importante ingrediente na busca constante pela realização dos objetivos pessoais.

Sempre possuí um forte desejo de escrever sobre minha trajetória de vida, desde a infância no interior da Bahia com familiares e amigos, até minha vocação e ingresso nas Forças Armadas, desde 1986 ano em que adentrei a gloriosa Marinha do Brasil, onde vivenciei várias batalhas, algumas transferências de domicílios, concursos e ascensões na carreira Naval. De maneira que o saldo é bastante positivo.

Com a publicações das obras: Legado um Nauta e Vivências de um Fuzileiro Naval, pude então expor o que sonhara lá na pós adolescência, o que me deixou muito satisfeito.

Agora quero me comunicar com a juventude, trabalhar o ser humano evidenciando o tempo de forma alegre e alertando para seu modo de viver e pensar. Observo que vivemos sob a tirania da urgência e carregando um pesado stress emocional, não me conformo com a intransigência, com a acirrada competição, ansiedade e pressa desenfreada, tudo é para ontem.

Este trabalho tem como finalidade mostrar um pouco das coisas boas que o criador nos reservou e que é possível resgatarmos o primeiro amor, tanto na convivência pessoal familiar, como na preservação de nossa saúde. Sejamos audaciosos, vamos viver mais e com qualidade de vida.

sábado, 13 de novembro de 2010

Funcionário X e Funcionário Y

X trabalhava em uma empresa há dois anos.
Sempre foi um funcionário sério,
dedicado e cumpridor de suas obrigações.
Nunca chegava atrasado. Por isso mesmo já
estava há dois anos na empresa,
sem ter recebido uma única reclamação.
Certo dia, ele foi até o diretor para
fazer uma reclamação:
- Sr. Joao Batista,
tenho trabalhado durante estes dois anos
em sua empresa com toda a dedicação,
só que me sinto um tanto injustiçado.
Fiquei sabendo que o Y,
que tem o mesmo cargo que eu e está na
empresa há somente seis
meses já será promovido ?!?...
João Batista, fingindo não ouvi-lo disse:
- Foi bom você vir aqui.
Tenho um problema para resolver e
você poderá me ajudar. Estou querendo
oferecer frutas como sobremesa ao nosso
pessoal após o almoço de hoje.
Aqui na esquina tem uma barraca de frutas.
Por favor, vá até lá e verifique se eles tem abacaxi.
X, sem entender direito, saiu da sala
e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
E aí X? - Perguntou João Batista.
- Verifiquei como o senhor pediu e eles tem abacaxi sim...
- Quanto custa?
- Ah, Isso eu não perguntei...
- Eles têm abacaxi suficiente para atender a
todo nosso pessoal? - Quis saber João Batista.
- Também não perguntei isso...
- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi?
- Não sei...
- Muito bem X. Sente-se ali naquela cadeira e
aguarde um pouco. O diretor pegou o
telefone e mandou chamar o novato Y.
Deu a ele a mesma orientação que dera ao X.
Em dez minutos, Y voltou.
- E então ??? - Indagou João Batista.
- Eles têm abacaxi sim seu João Batista.
E é o suficiente para todo nosso pessoal e,
se o senhor preferir, têm também laranja,
banana, melão e mamão.
O abacaxi custa R$1,50 cada;
a banana e o mamão custam R$1,00 o quilo;
o melão custa R$1,20 cada e a laranja
custa R$20,00 o cento, já descascada.
Mas como eu disse que a compra seria em
grande quantidade, eles nos concederão
um desconto de 15%. Deixei reservado.
Conforme o senhor decidir,
volto lá e confirmo o pedido.
- Explicou Y.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.
Voltou-se para X, que permanecia sentado e perguntou-lhe:
- X, o que foi que você estava me dizendo?
- Nada, patrão. Esqueça. Com licença...
E X deixou a sala...

"Se não nos esforçarmos em fazer o melhor,
mesmo em tarefas que possam parecer simples,
jamais nos serão confiadas tarefas de maior importância."

"Todas as vezes que fazemos o uso correto e
amplo da informação, criamos a oportunidade
de imprimir a nossa marca pessoal."

"Você pode e deve se destacar,
até nas coisas mais simples, como Y."

VIVA A DIFERENÇA!!! SEJA A DIFERENÇA!!!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O BOM USO DAS PALAVRAS

Fale com honestidade (Pv 24.26) – Assim como um beijo
nos lábios encerra uma questão entre um casal, uma
resposta honesta confirma uma decisão correta. Certo
homem disse: “Chegará o dia em que o homem terá
vergonha de ser honesto”. Pode crer que esse dia
já chegou. Como é difícil viver com honestidade
num país onde quase todos querem levar vantagem.

Fale com moderação (Pv 17.28) – Quanto menos falar,
menos risco de tropeçar. Já notaram que temos duas
orelhas e uma boca? Pela lógica, devemos ouvir o
dobro do que falamos (Tg 1.19).

Reflita antes de falar (Pv 18.13) – Ouça; reflita
se de fato você está entendendo o que a pessoa disse.
Escute com atenção, sem se concentrar naquilo
que irá responder.

Fale com temperança (Pv 15.1) – Quem sabe conversar
com calma demonstra sabedoria. Ouça com atenção
antes de emitir a sua opinião, e depois você estará
pronto para falar com temperança (Cl 4.6).
Agindo assim, até aqueles que se opõem a você
serão conquistados (Pv 25.15).

Fale com espiritualidade e amor (Lc 6.45 a boca
fala do que está cheio o coração). Numa consulta
médica, uma das primeiras coisas que ele pede
é para mostrar a língua. Geralmente ele relata
como está a nossa saúde. A sua saúde espiritual
também se mostra por aquilo que vc fala (Ef 4.15).

Deus está interessado em cuidar de ti, que até
se preocupa com aquilo que sai da sua boca.
Para isso, Ele nos deixou um “Manual” prático.
Basta segui-lo para viver uma vida de qualidade.
Pr. Marcelo Meireles

OS QUATRO PILARES DA QUALIDADE DE VIDA

FAZER EXERCÍCIO
Quem se exercita combate nove problemas comuns na velhice:
doenças cardiovasculares, depressão, câncer, diabetes,
pressão alta, arteriosclerose, impotência sexual,
perda do sono e da memória

COMER BEM
Uma dieta rica em frutas, verduras, proteínas e grãos
faz bem para tudo. Estudos mostram que, dependendo do
que come, uma pessoa pode aparentar até 13 anos
menos que sua idade real

NÃO FUMAR
Sete em dez fumantes têm doenças na velhice.
Depois de cinco anos de abstinência, o não-fumante
corre o mesmo risco de sofrer um derrame que quem
nunca colocou um cigarro na boca

CABEÇA ATIVA
Usar para não faltar é a receita de combate à
atrofia dos neurônios. Ler, jogar xadrez e
desenvolver múltiplas habilidades conservam
a memória e o pleno funcionamento do cérebro

terça-feira, 26 de outubro de 2010

VIVÊNCIA DE UM FUZILEIRO NAVAL, De Recruta a Comandante é uma obra que nasceu para completar outra (O LEGADO DE UM NAUTA). Na obra anterior o autor tinha deixado de citar suas vivências no Corpo de Fuzileiros Navais, onde ingressou em 1986 como recruta e teve uma trajetória interessante até se tornar Oficial Superior da Marinha do Brasil. Está saindo do forno, digo da editora Gibim em Campo Grande MS, com lançamento agendado para 11 de dezembro de 2010.