Comandante Aderaldo

Comandante Aderaldo

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Brócolis


Cientistas canadenses provam que essa hortaliça diminui o risco de câncer. Em novos experimentos, notaram que o sulforafano, a substância que se mostrou capaz de conter o crescimento de tumores em geral, age logo na gênese da doença, inibindo justamente a proliferação de células defeituosas. O vegetal esbanja outros nutrientes que também atuam contra o mal — caso do ácido fólico, já citado em vários estudos. E ainda conta com ativos de nomes pouco apetitosos, como os isotiocianatos, os flavonóides e os carotenóides, todos bastante festejados por serem guardiões das nossas células. Esta verdura protegem os vasos sangüíneos dos maus efeitos provocados pelo excesso de açúcar. Então, se você é diabético, sirva-se de brócolis cotidianamente e, claro, mantenha a glicemia em ordem, de preferência com o auxílio do especialista.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Bíblia digital

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de cidades daquele estado ou País;
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Perdão - Chave para o sucesso

Assim como o perdão de Deus para o homem é peça fundamental
no plano da redenção, a disciplina do perdão deve estar bem
no centro de nosso viver cristão.
A verdade é que não temos problemas com o conceito;
é fácil falar sobre o perdão. Praticar é que é difícil, já que nossos
referenciais e padrões de justiça são muito diferentes dos de Deus.
É comum guardarmos ressentimentos justificáveis, ou seja,
segundo nossa ótica humana falha, estamos "cobertos de razão"
em não perdoar, pois o que fizeram conosco é "imperdoável".
Em outras ocasiões ficamos procurando sinais verdadeiros de
arrependimento nas pessoas para que então possamos "do alto
da nossa magnificência", liberar o perdão para elas.
Freqüentemente relembramos aos outros da necessidade de
arrependimento antes que lhes perdoemos.
Desse modo muitas vezes somos farisaicos e rápidos em achar
faltas, mas tardios em reconhecer que também somos falhos,
também precisamos ser perdoados, e só somos o que somos
porque um dia Deus nos perdoou através do sacrifício de Jesus Cristo.
Hoje é dia de sermos completamente curados e libertos de todos os
ressentimentos e de todas as barreiras que a falta de perdão
têm gerado em nossos relacionamentos, e tomarmos posse
desse fruto poderoso do Espírito Santo em nossas vidas,
que nos faz perdoados e perdoadores.

O que é o perdão

Perdoar significa conceder a remissão de qualquer
ofensa ou dívida, gerada por falta ou transgressão
e desistir de qualquer reivindicação, ou seja, liberar
o ofensor de qualquer obrigação proveniente de sua falta.
Devemos conceder o perdão livremente, não extraindo
ou esperando nenhum pagamento por ele.
Uma atitude muito comum é condicionar o perdão a um
determinado posicionamento ou retribuição, ou seja,
é a famosa "chantagem emocional":
- "Eu te perdôo, mas você vai ter que dar algo em troca..."
Devemos desistir de qualquer reivindicação e liberar
de vez o ofensor a fim de os dois possam ser livres.
Deus nos concede perdão livremente, pois Jesus pagou
o preço na cruz do Calvário. Assim também nós devemos
perdoar segundo o padrão que Ele estabeleceu.
Em todo o ensinamento de Jesus vemos presentes
as lições sobre o perdão, que estabelecem um princípio
espiritual muito importante que deve reger nossas vidas,
não só a conjugal, mas todas as áreas: se perdoamos, somos
perdoados (Mt. 6:14 e 15), pois Deus só pode nos perdoar
na medida em que estamos dispostos a perdoar os outros.

Consequencia da falta do perdão

Seguir na direção contrária do plano e da vontade
de Deus, fatalmente nos leva a um caminho de
derrota e destruição. Com o perdão não é diferente.
A Palavra nos mostra que a falta de perdão nos
mantém em escravidão, debaixo do jugo do inimigo.
Se o perdão revela a presença do Espírito Santo
em nós, a falta deste abre uma grande brecha para
Satanás operar. Vejamos então suas conseqüências:
* Quando retemos o perdão para aqueles que nos
magoaram e feriram, somos entregues aos
atormentadores, conforme nos revela o texto de Mt 18:34.
Por isso muitos relacionamentos não prosperam,
já que existem demônios que estão habilitados a trazer
a contenda e a discórdia pela falta de perdão entre os
cônjuges. Freqüentemente a falta de perdão é a base
para formação de fortalezas demoníacas;
* Uma das mais sérias conseqüências da falta de perdão
é a amargura, que é o resultado de uma falta de perdão
que já dura muito tempo (Heb 12:15). O efeito final da
amargura é que muitos serão "contaminados" e
se permitirmos que se enraíze, ela certamente:
- Nos destruirá, muitas vezes se manifestando em
doenças físicas e emocionais;
- Atingirá outras pessoas;
- Dará a luz outros pecados;
- Endurecerá e esfriará o nosso coração;
- Esmagará o amor e freqüentemente o matará;
* A falta de perdão bloqueia nossa comunhão com Deus.
O Senhor Deus nos instruiu a perdoar nossos irmãos
antes de orarmos. Para que possamos caminhar em fé,
precisamos manter esse tipo de atitude para com os
outros, para que também as promessas de Deus não
sejam retardadas em nossas vidas (Mt 5:22-26) e nosso
próprio perdão não seja bloqueado (Mt 6:14 e 15).

Liberar o perdão

A palavra fala a respeito daqueles que nós ofendemos
como também daqueles que nos têm ofendido.
Portanto a falta de perdão afeta tanto ao
que se recusa a perdoar, como ao não perdoado.
Devemos seguir uma regra simples:
* Se nós ofendemos - devemos iniciar o processo de perdão;
* Se nós fomos os ofendidos - também devemos inicia-lo.
O justificar-se apenas perpetua o pecado e mantém a
separação entre as duas pessoas. Geralmente julgamos
as outras pessoas pelas ações, mas nós mesmos pelas
intenções. Enquanto queremos julgamento para os outros,
desejamos misericórdia para nós.
Devemos seguir os padrões bíblicos para o perdão:
* O arrependimento de nosso cônjuge (ou de qualquer
outra pessoa) não é necessário para que haja o perdão.
Perdoar libera o ofensor para que ele se arrependa (Rm 2:4).
Tanto o Senhor Jesus como Estevão, perdoaram seus
executores enquanto estavam sendo mortos,
mesmo quando não havia nenhum sinal de arrependimento
por parte daqueles;
* Não há limites para o número de vezes que devemos
perdoar. O amor não mantém o registro de erros,
mas cobre multidão de pecados e é paciente;
* Se o seu cônjuge cometer o mesmo pecado perdoe-o como Deus
perdoa. O Senhor não se lembra de um pecado
perdoado. Quando perdoamos de verdade não relembramos
os pecados passados. Esquecer significa não ficar pensando
no assunto. Cada nova mágoa é como se nunca tivesse
acontecido antes. Nunca mencione novamente uma mágoa que já
havia sido perdoada (não levante defuntos da cova...!!!);
* Muitos erram por não entender que o perdão é um ato da
vontade e não um sentimento. Precisamos decidir perdoar
e os nossos sentimentos seguirão essa decisão.
Devemos fazer com que nossa vontade concorde com a vontade
de Deus e procurarmos ser orientados pelo Espírito Santo.
Somente através do coração amoroso e compassivo dEle
seremos capazes de perdoar aos nossos devedores, pois os
veremos como Ele os vê. Nossos sentimentos de dor e raiva
serão sobrepujados pelo grande amor de Deus por aqueles
que nos feriram;
* Segundo a palavra de Pv 17:9 não devemos falar aos
outros a respeito da mágoa que sofremos. Muitas vezes
isso acontece nas situações em que se compartilha o
acontecido, somente para obter simpatia e compreensão
dos outros, expondo o cônjuge e a situação permitindo que
outros interfiram;
* Deus não categoriza os pecados como grandes e pequenos.
Não podemos justificar o nosso pequeno pecado de justiça
própria, por causa do grande pecado de nosso cônjuge.
Para Deus pecado é pecado.
Quando caminhamos em julgamento, freqüentemente,
nos tornamos iguais àqueles a quem julgamos.
Devemos examinar a nós mesmos e não o nossocônjuge;
Muitos justificam sua falta de posicionamento por sua
"incapacidade" de perdoar:
- "Por mais que eu tente não consigo esquecer o que ele me fez..."
Quando se diz "não posso perdoar" na verdade isso significa
"não quero perdoar". Isso não é possível pela capacidade
humana, mas somente através do poder de Deus, pois nEle
não há obstáculos para o perdão.
Somente com Sua natureza habitando em nós seremos
capazes de perdoar e confiar novamente.